quarta-feira, 6 de abril de 2011

Novidades no blog

Esmael Teixeira
O nosso blog tem um novo colunista o nome dele é Esmael Teixeira Peniche, chamado pelos internauta de Esmael_Mix ele também e o dono e administrador do blog Guamá Notícias, agora o blog do erivan e o blog Guama Noticias estão juntos com varias novidades e para abalar a concorrencia.

Aguarde... Mais Novidades

terça-feira, 5 de abril de 2011

Estamos em Construção!!

Avisamos aos Visitantes está em reforma e em breve Voltamos com um novo Visual!




Acidente Na BR 010 em Frente ao Posto Tabocas

 

Fotos: Erivan
Hoje Por volta das 10 e 30 minutos uma moto da empresa Yamaha Moschem da marca YBR 125, cor vermelha pilotada pelo funcionario da mesma, Glaub Rogerio Lopes, bateu na traseira de um veiculo Tipo Fiat Linea Prata de Placa NSP 8567 Belem-PA conduzido pelo Funcionario do Banco BMG de Prenome Alex.
O Condutor da mototo ficou tonto e segundo informações não houve Ferimentos Graves.

Por: Donny Rossy

segunda-feira, 4 de abril de 2011

FRASE DO DIA

" Depois deste novo relatório da PF, o Lula dizer que o mensalão não existiu é o mesmo que seu bom amigo Ahmadinejad negar o holocausto".

Deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP)

Oposição cobra rapidez no julgamento do mensalão do PT; novos citados negam envolvimento no caso

 
Líderes dos partidos da oposição cobram do STF (Supremo Tribunal Federal) rapidez na retomada do julgamento dos 38 réus do mensalão, o maior escândalo do governo Lula, referente à suposta compra de apoio político no Congresso; formação de “caixa 2” na campanha eleitoral e envolvimento de empresas privadas que ganhariam contratos com o governo depois de “ajudar” com recursos  para dar aos congressistas que receberiam o mensalão.
“Não foi ficção nem piada de salão como queria Delúbio Soares [ex-tesoureiro do PT]. É preciso acabar com essa hipocrisia que subestima a inteligência dos brasileiros. É visível que o mensalão existiu e que o dinheiro foi público. Cabe, agora, é exigir celeridade nos procedimentos, que afinal, desde a primeira denúncia já são seis anos de investigação”, afirmou o líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR).
Para o líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres (GO), o relatório da Polícia Federal divulgado com exclusividade pela Revista Época neste fim de semana acaba com a tese do governo de que o mensalão é “invenção da oposição”.
“O relatório mostra que o mensalão existiu e quebra a tese do governo de que não existia e era invenção da oposição. A PF não pertence aos nossos quadros [dos partidos da oposição]”, argumentou Torres ao UOL Notícias.  
Já o presidente nacional do PPS, deputado federal Roberto Freire (SP), destacou que as novas informações policiais confirmam o envolvimento do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no caso.
“Acreditamos que o Procutrador Geral deverá abrir um novo processo com os novos envolvidos no caso. Se não fizerem o encaminhamento, vamos, então, entrar com a representação. E quem não pode ficar de fora da investigação é o senhor Luiz Inácio Lula da Silva, cujo chefe de segurança recebeu dinheiro na campanha”, disse Freire ao UOL Notícias. “Mas, não vamos nos precipitar, vamos esperar. O importante é dizer a sociedade que o PPS está alerta sobre casos como esse”, completou.

Possíveis novos envolvidos

De acordo com a reportagem da revista Época divulgada neste final de semana, o relatório da PF apontou ainda novos nomes de políticos supostamente envolvidos na denúncia. Entre eles, estão o ministro do Desenvolvimento e ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), as deputadas federais Jaqueline Roriz (PMN-DF) e Benedita da Silva (PT-RJ), os deputado federais Lincoln Portela (PR-MG) e Vicentinho (PT-SP).
Pela denúncia da PF que consta na revista, o tesoureiro da campanha de Pimentel recebeu R$ 247 mil da Visanet -- fundo de publicidade do Banco do Brasil, que seria o principal canal de desvio de recurso público do esquema.
Em nota, Pimentel diz “desconhecer” o que foi mencionado no relatório da Polícia Federal e esclarece que “a prestação de contas da sua campanha em 2004, à Prefeitura de Belo Horizonte, foi aprovada sem ressalvas pelo Tribunal Regional Eleitoral”.
De acordo com sua assessoria de imprensa, Jucá chamou de “absurdas” as denúncias e disse estar indignado com a reportagem, uma vez que nem ele nem o irmão conheciam Marcos Valério.
A denúncia da PF é de que, em 2003, uma empresa do irmão de Jucá recebeu R$ 650 mil da Visanet por ações culturais em um shopping no Recife (PE), mas não há comprovação deste negócio, segundo a revista.
Também por meio de assessoria, a deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) negou ter ligação com o caso, pelo fato de, na época da denúncia nem não namorava com o atual marido. O marido dela, o empresário Manoel Neto, recebeu R$12 mil por veiculação de um outdoor na Assembleia Distrital. O dinheiro, conforme denúncia, foi depositado por uma conta pessoal de um “laranja”. Com relação ao deputado federal Vicentinho (PT-SP), a acusação é de que o produtor Nélio José Batista Costa recebeu R$ 17 mil, de uma empresa do publicitário Marcos Valério por serviço prestados durante a campanha dele à prefeitura de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.
“Considero um grave erro da Polícia Federal ter ouvido este Sr. Nélio e em nenhum momento, durante sete anos, ter procurado a mim ou à minha assessoria para nos ouvir, pondo em risco a nossa história de vida de forma irresponsável”, disse o parlamentar em nota.
O deputado petista confirma que pediu ajuda ao então tesoureiro do partido, Delúbio Soares para a campanha e utilizou a mesma empresa que o prefeito de Osasco, Emídio de Souza.
“Eu aceitei e agradeci com muita alegria a presença da agência e por essa importante colaboração do Partido dos Trabalhadores. Depois soube que a empresa pertencia ao Sr. Marcos Valério. Jamais imaginei que tudo isso poderia acontecer. Pois, se soubesse, nunca teria aceitado [os trabalhos de propaganda indicados pelo PT]”, afirmou Vicentinho.
A deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) e o deputado federal Lincoln Portela (PR-MG) ainda não se pronunciaram sobre o caso.

Xenofobia e racismo são pano de fundo dos conflitos na Costa do Marfim

 
O ódio com que partidários de Gbagbo e Ouattara se enfrentam não tem origem apenas na luta pelo poder, mas também em um histórico de conflitos étnicos, xenofobia e nacionalismo que remontam aos anos 1970.

A União Europeia (UE) apelou às partes conflitantes na Costa do Marfim para que protejam a população civil. Laurent Gbagbo, que se recusa a deixar o poder, e o presidente eleito, reconhecido pela comunidade internacional, Alassane Ouattara, devem evitar que o país se afunde ainda mais em uma "guerra civil", declarou a comissária europeia de Ajuda Humanitária, Kristalina Georgieva, nesta segunda-feira (04/04).

A UE admitiu também seu temor de que cidadãos europeus no país possam converter-se em alvos de ataques das tropas do presidente eleito e do mandatário derrotado nas urnas. A França é o país da UE com o maior contingente de cidadãos residentes na Costa do Marfim (12,2 mil), segundo o Ministério francês de Relações Exteriores.

A comissária manifestou também sua preocupação com informações de que poderiam estar havendo massacres e ações de "limpeza étnica" por partidários de ambos os lados em conflito. "Estão sendo cometidos abusos de direitos humanos e matanças, mas é muito cedo para dizer por parte de quem", disseram à agência de notícias DPA fontes da UE que pediram anonimato.

Nos últimos quatro dias, tropas fiéis a Ouattara conseguiram controlar quase todo o país. Desde a última quinta-feira, elas concentram seus esforços na conquista de Abidjan, último bastião de Laurent Gbagbo. Nesta segunda-feira, as tropas do presidente eleito, Alassane Ouattara, iniciaram uma ofensiva final contra seus opositores na maior cidade do país, afirmou o porta-voz de Ouattara.

Segundo a Missão das Nações Unidas na Costa do Marfim (Unoci, na sigla em inglês), tropas francesas tomaram o controle do aeroporto de Abidjan no final de semana. Devido às sangrentas lutas entre grupos armados a favor de Gbagbo e de Ouattara, o governo francês está preocupado com a segurança de seus cidadãos e deverá enviar 150 homens adicionais ao contingente de 1.500 soldados franceses já estacionados no país.
Alassane Ouattara fala na TV, enquantos suas tropas avançam sobre Abidjan 
Alassane Ouattara fala na TV, enquantos suas tropas avançam sobre Abidjan

Conceito de "ivoirité"

O ódio entre os marfinenses não decorre somente da luta política entre os que disputaram a presidência em novembro último. Na cidade de Duékoué, no oeste do país, os assassinatos em massa podem ter causado a morte de até mil pessoas. Tais homicídios mostram principalmente que é grande o ódio entre os grupos étnicos – e não somente no oeste do país.

Tensões entre as etnias existem há muito tempo na Costa do Marfim. Como, por exemplo, entre a população do norte do país ou os imigrantes de países vizinhos e a população nativa da região. Essa tensão foi fortalecida pela ideia de identidade nacional criada nos anos 1970 – o conceito de "ivoirité".

Na época, pouco depois da independência, a Costa do Marfim, como também a África como um todo, foi marcada por grandes e importantes questões: O que diferencia os africanos em sua identidade de outros povos? O que mantém a coesão cultural da África? Políticos e intelectuais quebraram a cabeça e inventaram a "ivoirité" como um conceito capaz de enfatizar as características comuns dos marfinenses após o fim do colonialismo.

Ideia instrumentalizada

Laurent Gbagbo nega-se a deixar o poder 
Laurent Gbagbo nega-se a deixar o poder. 
 No entanto, essa ideia foi completamente mal-entendida por alguns e instrumentalizada politicamente. Já nos anos 1980, houve tensões na região Daloa, no centro do país. Rodrigue Koné, sociólogo do Centro de Pesquisas da Paz, em Abidjan, explica como o conceito de "ivoirité" foi utilizado contra a população não nativa. "Este conflito entre a população nativa e a imigrada também é visível no conceito de 'ivoirité': um conceito que dá prioridade à população nativa, principalmente quando se trata da posse da terra", explicou.

Foi justamente Alassane Ouattara, hoje reconhecido internacionalmente como vencedor das eleições presidenciais, que introduziu em 1990, na época como primeiro-ministro, novos documentos de identidade com rigorosas regras no tocante à origem. Muitos imigrantes não chegaram nem mesmo a receber esse documento, por não serem marfinenses.

Da ideia de integração surgiu um conceito que excluiu grande parte da população. Para Thiémélé Boa, professor de Filosofia na Universidade Cocody em Abidjan, essa foi uma das principais causas do conflito, para o qual a Costa do Marfim não encontra saída já há dez anos. "Eu chamo isso de uma ironia da história: a partir do momento em que foi introduzido o visto de permanência e foram efetuados controles de passaporte, o país começou a entrar em crise", disse.

Estado multinacional e xenofobia

Sob o pretexto de controlar documentos de identidade, forças de segurança procediam de forma agressiva contra migrantes e pessoas do norte do país. Esses se sentiam perseguidos. Em 1994, o conceito de "ivoirité" foi integrado à lei eleitoral. Somente poderia tornar-se presidente quem vivia no país há mais de cinco anos e cujos pais eram marfinenses.

Assim, por muito tempo, o próprio Alassane Ouattara não esteve apto a concorrer, sob a alegação de que sua mãe teria vindo de Burkina Fasso, onde também teria sido emitido o passaporte de Alassane Ouattara. Com 60 grupos étnicos, a xenofobia se alastrou no Estado multinacional da Costa do Marfim – uma carga explosiva que levou à guerra civil em 2002.

Até hoje, Ouattara é uma importante figura de identificação nacional, especialmente para os imigrantes, que perfazem um quarto da população da Costa do Marfim. Segundo Thiémélé Boa, ele reúne as esperanças de todos os que se sentem excluídos – "porque, de fato, existia uma perseguição a tudo o que de alguma forma parecesse estrangeiro".

Atos de vingança

Parece ter sido justamente isso que agravou as tensões entre as etnias nas últimas semanas, principalmente na cidade de Duékoué, onde centenas de pessoas foram mortas. Segundo as primeiras investigações, ao notar o avanço das tropas de Ouattara, as milícias de Gbagbo mataram pessoas que consideravam ser seguidoras de Ouattara, pessoas do norte ou de origem não marfinense.

Quando as tropas de Ouattara tomaram a cidade, aconteceram então atos de vingança. Dessa vez, as vítimas foram os que presumidamente estariam do lado de Gbagbo, ou seja, a população nativa.

Fonte: Uol

Nelson Pinheiro é eleito prefeito de Tracuateua

Nelson Pinheiro (PT do B) é o prefeito eleito de Tracuateua, com 5311 votos. O resultado foi divulgado às 19h20 de ontem, quando 98% das urnas já haviam sido conferidas no Cartório da 13ª Zona Eleitoral, em Bragança, local da apuração presidida pelo juiz eleitoral da Comarca de Bragança, Roberto Valois. Em segundo lugar, estava o peemedebista Tamariz Cavalcante, com 4.711, depois vinham Aluísio Barros (PDT), com 3.156 votos, e Hugo Armando (PSDB), com 1.416, até que chegassem as duas últimas urnas restantes, vindas de Quatipuru.

Nelson Pinheiro é o prefeito interino de Tracuateua deste ano, uma vez que o município está sem gestor titular eleito pelo povo desde 1º de janeiro de 2009. A situação se estabeleceu devido ao prefeito eleito em 2008, Jonas Barros (PMDB), ter sido impedido pela Justiça Eleitoral de assumir o cargo, pois teve seu registro eleitoral indeferido. Desde então, quem ficou à frente da prefeitura foram os presidentes da Câmara de Vereadores: a vereadora Maria da Glória Silva (PMDB), em 2009, e Nelson Pinheiro (PT do B), em 2010.

A situação de instabilidade política gerou grandes expectativas na população em relação às eleições suplementares. Para garantir segurança, a 5ª Companhia Independente de Polícia Militar, que esteve à frente das eleições em Tracuateua, buscou reforços junto ao Grupo Tático e à Rotam, que estiveram presentes em Tracuateua durante todo o dia e permaneceram durante os festejos da vitória de Nelson Pinheiro.

Apesar do clima de rivalidade promovido pela disputa acirrada dos candidatos, o comandante da 5º CIPM, Dayvid Sarah, e o delegado da Polícia Civil, Francisco Pinto da Silva, disseram que não houve registro de nenhum crime eleitoral, nem de violência civil, até o final da apuração.

Fonte: Diario do Pará

Prefeita Marcia Faz Entrega de Novo Posto Médico Na Zona Rural


A Prefeita Marcia Cavalcante continua o Seu Trabalho e ações em todo o Municipio desta vez na Localidade do Ramal Boa Vista, Com a "Ação Decente com a Participação da Gente" a Prefeita entregou o novo posto da Localidade Totalmente reformado, além da entrega do posto a ação contou com cortes de Cabelos, emissão de documentos e consultas médicas, a ação beneficiará 9 comunidades da região, o próximo passo de Márcia na Localidade é a construção de uma casa de Farinha.  

Prefeita Marcia Cavalcante Inaugura Escola Na Zona Rural


A Prefeita Márcia Cavalcante, Inaugurou A Primeira Escola Construida em seu Mandato, A escola foi construida Localidade do Carrapatinho Zona Rural do Municipio,O Nome da Escola é uma Homenagem a Altamira Maria Oliveira Correa uma Professora da Escola Licurgo Peixoto que faleceu Vitima de Atropelamento na BR 010. 
O Secretario de Educação Professor Marcos Emocionado Falou da importacia da Escola que Atenderá 42 Crianças de 1ª a 4ª Série e que muitas escolas virão.

Mas Uma Pessoa é Morta em São Miguel do Guamá


Criminalidade volta a se repetir em São Miguel do Guamá depois de um bom tempo sem vitimas no final do mês de Março e inicio  do Mês de abril já completam 04 vidas ceifadas desta vez a vitima foi o trabalhador Aguinaldo dos Santos Carmo, vulgo Capela. O mesmo foi morto nestes sábado 02 às 19h30min pelo amante de sua eis esposa conhecida pelo prenome Wanessa. Aguinaldo estava bebendo com amigos quando soube que sua eis encontrava-se no bar do Índio localizado na rua Manoel dos Nascimento Miranda com Januário       Carlos Gondim bairro Pe. Ângelo Maria de Bernard. Capela foi ao encontro de Wanessa, e no dito bar segundo populares capela tomou uma única cerveja, foi quando o amante de Wanessa chegou por trais de capela e enfio a faca na altura do peito lado direito de Aguinaldo que não resisti-o ao ferimento e foi a Óbito na Hora,  a Policia Civil Ouviu alguns populares, que viram o acontecido e confirmaram que o verdadeiro assassino foi frio quando esfaqueou Aguinaldo, e saio correndo com a arma do crime nas mãos, tratasse de Marinaldo Lopes vulgo Magrão que encontrasse foragido da Cidade. Quanto a Wanessa foi detida para ser ouvida pela Policia mais logo em Seguida foi liberada o corpo de Marinaldo Foi removido para o Necrotério do Hospital Municipal de onde foi levado para o centro de Pericias Renato Chaves para Necropsias.

domingo, 3 de abril de 2011

Piloto morre após acidente em Interlagos


O piloto paulista Gustavo Sondermann, 29 anos, morreu ontem horas depois de sofrer um grave acidente na etapa de Interlagos da Copa Montana, categoria de apoio à Stock Car.

Com baixa visibilidade por causa do spray provocado pela pista molhada, Sondermann rodou depois de ser tocado e foi acertado de forma violenta por Pedro Boesel. Ainda na pista, Sondermann teve uma parada respiratória, mas foi reanimado.

É o segundo acidente fatal na curva do Café em pouco mais de três anos. Em dezembro de 2007, Rafael Sperafico morreu durante prova da Stock Car Light. Coincidentemente, Sperafico e Sondermann eram companheiros de equipe.

Imagens do Acidente!


sábado, 2 de abril de 2011

Relatório da PF confirma mensalão no governo Lula

Relatório da PF confirma mensalão no governo Lula
"Marcos Valério chega ao Conselho de Ética da Câmara para depor, em 2005"
BRASÍLIA - Relatório final da Polícia Federal confirma a existência do mensalão no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Depois de seis anos de investigação, a PF concluiu que o Fundo Visanet, com participação do Banco do Brasil, foi uma das principais fontes de financiamento do esquema montado pelo publicitário Marcos Valério. Com 332 páginas, o documento da PF, divulgado pela revista 'Época', joga por terra a pretensão do ex-presidente Lula de provar que o mensalão nunca existiu e que seria uma farsa montada pela oposição.
O relatório da PF demonstra que, dos cerca de R$ 350 milhões recebidos do governo Lula pelas empresas de Valério, os recursos que mais se destinaram aos pagamentos políticos tinham como origem o fundo Visanet. As investigações da PF confirmaram que o segurança Freud Godoy, que trabalhou com Lula nas campanhas presidenciais de 1998 e 2002, recebeu R$ 98,5 mil do esquema do valerioduto, conforme revelou o Estado, em setembro de 2006. A novidade é que Freud contou à PF que se tratava de pagamento dos serviços de segurança prestados a Lula na campanha de 2002 e durante a transição para a Presidência - estabelecendo uma ligação próxima de Lula com o mensalão. No depoimento, Freud narrou que o dinheiro serviu para cobrir parte dos R$ 115 mil que lhe eram devidos pelo PT.
O relatório da PF apontou o envolvimento no esquema do mensalão, direta ou indiretamente, de políticos como o hoje ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, do PT. Rastreando as contas do valerioduto, os investigadores comprovaram que Rodrigo Barroso Fernandes, tesoureiro da campanha de Pimentel à prefeitura de Belo Horizonte, em 2004, recebeu um cheque de R$ 247 mil de uma das contas da SMP&B no Banco Rural. As investigações confirmaram também a participação de mais sete deputados federais, entre eles Jaqueline Roriz (PMN-DF), Lincoln Portela (PR- MG) e Benedita da Silva (PT-RJ), dois ex-senadores e o ex-ministro tucano Pimenta da Veiga.
Segundo a revista 'Época', a PF também confirmou que o banqueiro Daniel Dantas tentou mesmo garantir o apoio do governo petista por intermédio de dinheiro enviado às empresas de Marcos Valério. Dantas teria recebido um pedido de ajuda financeira no valor de US$ 50 milhões depois de se reunir com o então ministro da Casa Civil José Dirceu. Pouco antes de o mensalão vir a público, uma das empresas controladas por Dantas fechou contratos com Valério, apenas para que houvesse um modo legal de depositar o dinheiro. De acordo com o relatório da PF, houve tempo suficiente para que R$ 3,6 milhões fossem repassados ao publicitário.
As investigações comprovaram ainda que foram fajutos os empréstimos que, segundo a defesa de Marcos Valério, explicariam a origem do dinheiro do mensalão. Esses papéis serviram somente para dar cobertura jurídica a uma intrincada operação de lavagem de dinheiro. De acordo com o relatório da PF, houve duas fontes de recursos para bancar o mensalão e as demais atividades criminosas de Marcos Valério. A principal, qualificada de 'fonte primária', consistia em dinheiro público, proveniente dos contratos do publicitário com ministérios e estatais. O principal canal de desvio estava no Banco do Brasil, num fundo de publicidade chamado Visanet, destinado a ações de marketing do cartão da bandeira Visa. As agências de Marcos Valério produziam algumas ações publicitárias, mas a vasta maioria dos valores repassados pelo governo servira tão somente para abastecer o mensalão.
A segunda fonte de financiamento, chamada de 'secundária', estipulava que Marcos Valério seria ressarcido pelos pagamentos aos políticos por meio de contratos de lobby com empresas dispostas a se aproximar da Presidência da República. Foi o caso do Banco Rural, que tentava obter favores do Banco Central e do banqueiro Daniel Dantas, que precisava do apoio dos fundos de pensão das estatais.

Igreja: Renovação Carismática Católica Promove Formação para Servos

A Renovação  Carismática Católica de São miguel do Guamá promove neste final de semana encontro de formação para os servos do grupo de oração, o encontro é dirigido por Robson coordenador Diocesano de Formação e Mazinho do Conselho Diocesano da Renovação, o encontro esta sendo realizado no centro das Irmãs Terezitas.

Confira algumas Fotos do 1º dia do Encontro!

















sexta-feira, 1 de abril de 2011

TIM declara guerra à Claro em promoção de pré-pago



A TIM apresentou ontem ao Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) uma representação contra a Claro por concorrência desleal em propaganda que envolve planos de voz e envio de mensagens de texto para celulares pré-pagos.
A propaganda em questão faz parte da campanha "Claro fala mais Brasil", em vigor desde o último fim de semana, em que a operadora anuncia ofertas com bônus e chamadas sem limite por preço fixo.
Segundo a TIM, a concorrente oferece chamadas com duração ilimitada por R$ 0,25, quando na verdade esse valor é cobrado a cada 30 minutos. O limite mensal seria de 10.000 minutos, não informado ao consumidor na campanha de TV, apenas no site.
Da mesma forma, segundo a TIM, a Claro estaria induzindo o consumidor a acreditar na cobrança de R$ 0,45 por dia para envio ilimitado de mensagens de texto, enquanto o valor dá direito ao envio de 300 torpedos. A condição também não estaria explícita ao consumidor, aos olhos da TIM.
Outro ponto indicado é a cobrança de R$ 0,45 por chamada de fixo local de qualquer operadora, sem a informação de que o limite de tempo para a cobrança é de dez minutos.
Na promoção em que a Claro oferece bônus, a TIM questiona o fato de a operadora não informar o consumidor sobre a necessidade de recarga de crédito do pré-pago para validar o benefício.
"O objetivo da representação é garantir transparência ao mercado para que o consumidor possa comparar as ofertas da melhor forma possível", afirma Rogério Takayanagi, diretor de marketing da TIM.
Hoje a TIM já oferece promoção aos usuários em que cobra R$ 0,25 por chamada com tempo ilimitado para aparelhos da mesma operadora em qualquer parte do país.
Segundo a TIM, o texto da propaganda da Claro gera confusão para o usuário que quer comparar as ofertas das operadoras, mas não é informado dos limites. Para a TIM, o chamariz "Troque o Chip" poderá atrair os consumidores a mudarem de operadora ao deixar de comunicar as condições reais de suas ofertas nas peças publicitárias.
Na representação, a TIM pede a suspensão imediata da veiculação do anúncio por força da liminar ou a reformulação da campanha, reforçando os limites de tempo ou de número de mensagens que podem ser enviadas.
Procurada, a Claro afirmou não ter sido comunicada sobre a representação e que, por isso, não comenta o assunto.